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Incesto

-Sai daqui seu filho da puta. O sapato voou pelo quarto me atingindo na cabeça. Juntei-o do chão e por pura vingança arremessei de volta, mas diferente de Clara eu não tinha uma boa pontaria. Errei. -OLHA VOCES DOIS… PODEM PARAR COM ISSO, SE EU ME ABORRECER VOU QUEBRAR A CARA DOS DOIS. – Mamãe entrou no quarto vociferando ameaças para nós. Mesmo nos clímax das pancadarias sabíamos que deveríamos parar quando mamãe se envolvia, ou seria muito pior. Clara tentou dissertar uma desculpa a seu favor. Mamãe disse que não queria saber e saiu do quarto, Clara a acompanhou tentando mais uma vez me queimar. Era a segunda vez só aquela semana, nem eu estava agüentando mais. Minha irmã mais velha era insuportável. Dificilmente passávamos uma semana sem nos espancar. Com aquela reforma em seu quarto acabei tendo que dividir o meu; o que não era nada fácil, aquela menina queria tudo a seu modo e acabava esquecendo quem era o proprietário do aposento. Mas entre socos e pontapés uma coisa eu nunca neguei; a beleza de Clara, ela era (e ainda é) uma caucasiana muito gata: dona de um belíssimo corpo; Tem uma Apetitosa grande bunda, que sempre me deixou sem graça; Os seios são médios e proporcionais para seu tamanho, uma perfeita obra da natureza eu diria; Já seu rostinho de princesa esconde a forte personalidade que carrega. Minha irmã é gostosa, admito. Mas isso nunca me fez desejá-la, ou bater punhetas pensando nela… Bem talvez uma ou duas vezes, mas nada além disso. A maior parte do tempo estávamos nos socando ou discutindo, assim era difícil enxergar algo de bom nela que não fosse seu belo corpo. Mas foi aquele mesmo dia em que as coisas começariam a mudar, e por incrível que pareça, foi por culpa dela. Eu estava em meu quarto, quando mamãe chegou me ordenando que arrumasse aquela bagunça. Eu retruquei, afinal não era o único responsável pela desordem, Clara também era. Mas não teve conversar, minha genitora era facilmente manipulada por minha irmã e acabei tendo que arrumar tudo. Mamãe saiu para trabalhar enquanto eu fiquei arrumado às coisas. Já Clara, hora ou outra aparecia na porta e ficava a me observar e dizer frases de gozação. Fiquei calado, uma hora minha hora iria chegar, e não é que chegou. Ao arrumar a gaveta de minha irmã notei um envelope debaixo de suas calças. Curiosamente retirei para ver o do que se trava e tive minha surpresa; enrolava um maço de dinheiros, contabilizando era o valor da mensalidade da faculdade de Clara. Semanas atrás minha irmã havia chegado em casa chorando, sem fala .Nossos pais ficaram muito preocupados. Deram-na um copo com água e esperaram que se recuperasse. Clara disse que havia sido assaltada e que tinha perdido tudo o que tinha, incluindo a mensalidade da Facul. Ora meus pais apenas deram graças a deus dela estar bem e reembolsaram o dinheiro roubado. Nossos pais são muito bonzinhos para com Clara, talvez seja por isso que ela os enganava. Mas agora eu a tinha em minhas mãos, ela os havia enganado e teria que arcar com as conseqüências. Ela estava na sala de estar assistindo Tv quando cheguei quase dançando. - É incrível como a mamãe vai ficar surpresa ao saber que tu é mentirosa. – Eu lançava um sorriso maquiavélico de vitoria enquanto balançava o dinheiro. -Onde tu achou isso? – Clara esbugalhou os olhos e correu para tomar o dinheiro de minha mão.- isso é meu, me da. Empurramos-nos. Ela tentava pegar o dinheiro, mas eu não deixava. -Tudo bem. O que tu queres? – Perguntou minha irmã cansada e desistindo da luta. -Em primeiro lugar quero saber o porquê tu enganaste nossos pais. Ela abaixou a cabeça, franziu a testa e fez cara de choro. Confesso que seu rostinho estava tão lindo que cheguei a sentir pena. Depois ela explicou que estava devendo uma grana a uma pessoa e teria que pagar e por isso havia precisado do dinheiro. -Estava devendo tudo isso? – perguntei. -Metade, e como não tinha como inventar que o ladrão roubou só metade… Teve que ser todo o dinheiro. Pode ficar com a outra metade. – disse Clara dessa vez ainda mais linda que antes. -toma. – e joguei o maço de dinheiros em cima dela. Digamos que a beleza de minha irmã havia me feito sentir pena -Não vai querer nada? -Não. – eu vim com sede de vingança, mas havia desistido. Não faria nada e deixaria pra lá, já estava decidido, só queria deixar um pouco de medo no ar para que a próxima vez Clara pensasse duas vezes antes de mexer comigo. – Quer dizer, a qualquer hora eu posso querer alguma coisa, então cuidado como se porta comigo. - e sai rindo. Os dias que se passaram foram de total estranheza, minha irmã pouco falava comigo e quando o fazia era com admirável educação. Passara-se 4 dias eu estava deitado em minha cama lendo um quadrinho de o Homem Aranha. Clara entrou no quarto com uma vassoura na mão e danou-se a varrer. Olhei por cima da revista e sorri, ela estava adestrada do jeito que eu queria. Observei melhor e notei que minha irmã hora ou outra abaixava-se para juntar alguma coisa. Ela vestia um shortinho muito sex em conjunto com uma fina camiseta preta. Não dava para não olhar para aquela bunda gostosa, ao se abaixar ela parecia empinar o bumbum, ao menos foi essa a impressão que tive. -Da para não olhar pra minha bunda. –Reclamou Clara me surpreendendo. - Sai daí. Eu não tenho porque olhar para tua bunda sua feiosa. – Respondi esperando uma provável discussão, algo que não aconteceu. -Feiosa é? Pensa que nunca notei que tu não para de olhar para a minha bunda. – havia ficado sem respostas, calado só pude esperar minha irmã continuar. – Só quero que tu lembre que sou tua irmã, e com irmã não pode… – e saiu do quarto gargalhando. No outro dia, cheguei da escola e escutei Clara me chamar. Subi e dei de cara com ela vestindo um minúsculo biquíni vermelho; Minha nossa, era um espetáculo, o sutien do biquíni realçava bem seus seios, a parte de baixo era engolida por sua enorme bunda em um monumental fio dental, na frente à boceta era coberta por um fiozinho muito pequeno. Fui à loucura. -Ei tarado, o que tu achou? Estou pensando em comprar, uma amiga da mamãe que quer vender . Não pude mentir; disse que estava bonita. -Só bonita? Bonita quanto? -Esta bonita. Linda esta bem? -Linda quanto? – ela sabia que eu estava ficando sem graça, notei que queria ficar me tirando e decidi então cortar o barato. -Tu esta gostosa. Se tu não fosse minha irmã eu te pegava. – e ao responder assim ela se calou. Desci, mas escutei um baixo risinho vindo do quarto. O que ela esta querendo? A noite daquele mesmo dia, nosso pais saíram para um casamento. Eu fiquei sozinho com Clara. Não entendia o que estava acontecendo comigo, mas após a exibição de minha irmã com seu biquíni, eu havia ficado louco, não parava de pensar em seu corpo. Nunca esses sentimentos tinham norteado minha mente por tanto tempo. Eu estava com medo do que poderia tentar aquele dia. Às 21 horas mais ou menos eu subi para o quarto para dormir; Clara estava deitada de bruços em sua cama. Ao me ver lançou-me um grande sorriso. Ela vestia um baby doll rosa de seda muito curto, algo que não era normal, geralmente dormia de short e blusa. -Ei tarado!!!- Me chamou Clara. Ao olhar peguei um susto. – Olha! – falou ela balançando os quadris, que estavam amostra graças a sua curta roupa de dormir. “Puta que pariu”- pensei. Era gostosa de mais e parecia que havia adquirido certo prazer em me provocar. Sentei imediatamente em minha cama evitando que ela vê-se minha ereção. - Sei que tu gosta. Mas já disse que sou tua irmã e comigo tu não pode fazer nada. Fiquei calado e pensativo, enquanto escutava provocações vindo de minha irmã. Sabia que não passava de uma brincadeira de Clara, acontece que eu estava pensando em algo realmente serio. -Clara. – interrompi minha irmã, que me olhou curiosa. –Tu sabe que esta na minha mão, não sabe? Ela ficou calada e não disse uma só palavra. Esperou eu terminar. -Eu quero… Queria uma coisa… – disse eu corando. -O que tu queres? – indagou-me Clara com um semblante de preocupação. -Deixa eu te ver pelada? -Serio? -Serio! Eu já estava lá agora não poderia voltar atrás. Ela tinha me atiçado, agora iria sofrer as conseqüências. Clara se levantou e ficou andando pelo quarto com a cabeça baixa e mão direita no queixo. Tentava pensar no assunto. - Olha não estou dizendo que vou fazer, mas tu me promete que nunca mais vai tocar no assunto? Promete que não vai mais querer me chantagear? – Perguntou minha irmã. -Prometo. Minha irmã ficou em silencio por alguns segundos, olhando para o chão, parecia estar criando coragem. -Credo Claudio, eu sou tua irmã. – Disse Clara tentando tirar a idéia de minha cabeça, eu acho Fiquei calado e não respondi. Levantei a cabeça e vi Clara com um leve movimento retirar seu baby doll. Seu belo corpo ficou amostra, um verdadeiro pecado; Seus firmes seios empinados e rosados me deram água na boca. Nua eu conseguia notar melhor suas curvas e ter a certeza: minha irmã não era apenas gostosa, era gostosissima. -Faltou a calcinha. – Falei gaguejando. Clara relutou um pouco, mas passaram alguns segundos ela acabou despindo a ultima peça e jogando em cima de mim. -Pronto, já estou nua. Aproveita para ver, porque não vai ter uma próxima vez. Meus olhos foram tragados para a linda e raspada boceta de Clara, já meu pau queria explodir dentro do short. -Clara de uma volta, me deixa ver tua bunda. Sem reclamar Clara virou-se de costas e ficou parada. -Abre tuas nádegas. -Não. – negou minha irmã. – tu já esta indo longe de mais Claudio, para com isso. -Tu é quem sabe… É a Ultima vez que vou te pedir alguma coisa. Agora me nega que eu conto pra mamãe sobre o dinheiro. Com uma mão ela afastou levemente a nádega direita, me relevando seu cuzinho com o buraquinho escuro. Eu estava indo a loucura. Apertava fortemente meu pau enquanto contemplava toda aquela visão. Clara continuou; arrebitou bem sua bunda e com as duas mãos a abriu toda, expondo completamente aquele buraco, que piscou para mim. -Pronto. Esta bom? – perguntou Clara Levantei-me da cama e avancei em cima de minha irmã, agarrando-a fortemente pela cintura. -Clara deixa eu te comer! -Sai pra lá seu tarado, eu sou tua irmã. - Se tu não deixar eu te dedo pra mamãe. - Então conta. Tu já esta querendo muito. – e com um forte empurrão Clara me joga na cama, me despertando do estado de transe. O que eu estava fazendo? Realmente já estava indo longe de mais. Baixei a cabeça, envergonhado iria pedir desculpas a Clara, mas antes que pudesse abrir a boca ela me propõe: -Olha posso bater uma punheta pra ti, nada alem disso. Sem pensar 2 vezes botei meu pau para fora. -Tira toda a roupa. –pediu Clara -Por quê? - Não reclama e tira antes que eu mude de idéia. Não entendia o porquê da insistência de Clara em querer que eu tirasse a roupa. Por um momento pensei que ela quisesse me ver pelado. Obedeci minha irmã e me despi completamente. Estávamos os 2 pelados no quarto, sem roupa e sem a menor vergonha. Sentei na cama e Clara de ajoelhou perto de mim e ficou a olhar meu pau. -Olha nunca mais. - disse minha irmã, segurando firme em meu duro cacete. Com sua mão direita ela esfolou meu pau, olhou pra mim e fez o movimento inverso, desceu de novo e subiu mais uma vez; e assim iniciou uma deliciosa punheta. Clara manipulava meu membro com maestria e sensualidade; minha irmã sabia a hora que deveria intensificar e o momento exato de minimizar as estocadas. Já deveria ter praticado muito com vários namorados. Com sua mão esquerda ela começou a acariciar meu peito. Olhei para seus seios rosadinhos e timidamente toquei em um deles, Clara não recuou e nem fez comentários. Aproveitei e comecei a brincar com eles; massageava e com a ponta dos dedos mexiam nos duros mamilos rosadinhos. Clara aumentou as batidas desesperadamente, olhou pra mim e fez cara de safada. Eu não ia agüentar, mas não queria gozar. Então segurei firme no pulso de minha irmã. -O que foi? Não quer mais? –perguntou Clara -Ainda não quero gozar… Na verdade eu não queria gozar na tua mão. -O QUE TU QUERES ENTÃO? – Gritou minha irmã, me lançando um olhar de desaprovação. -Deixa eu gozar na tua bunda? – ao pedir isso, Clara franziu a testa e provavelmente iria negar, mas a interrompi. – Eu vou só me esfregar nela. Prometo que não vou fazer nada alem disso. Por favor, é só esfregar eu juro. -NÃO CLAUDIO!!! ISSO JÁ É DEMAIS. -A culpa é tua por ficar me provocando. -Eu estava só brincando, não tem como eu imaginar que tenho um irmão tão tarado. Ficamos em silencio por um longo período. Clara me lançava olhares atravessados enquanto eu tentava gravar a monumental imagem de seu corpo, sabia que aquela seria a ultima vez que estaria vendo. -Olha Claudio… Eu… Isso é errado, eu vou deixar, mas que fique claro que tu só vai te esfregar ate gozar. Dei um gigantesco sorriso de alegria. Iria gozar na bunda de minha irmã mais velha Minha irmã deitou-se em minha cama de bruços e disse para eu ser rápido. Aproximei-me e subi na cama, fiquei de joelhos em cima de Clara. Tremendo coloquei minhas mãos em cimas das nádegas de minha irmã e as afastei; seu lindo cuzinho ficou a mostra, as bordas escuras me davam ainda mais tesão. Sem perder tempo coloquei minha pica bem no meio e contrai suas nádegas, fazendo pressão em meu pau. Com leves e suaves movimentos fui esfregando meu pau no cu de minha irmã. Sua grande bunda macia em contato com minha pele me davam um prazer sem igual. Aos poucos comecei a gemer em cima de Clara e dar estocadas mais fortes, a cama balançava cada vez mais e minha irmã não esboçava nem uma ação. Ate que notei um leve arrebitada de bunda. Clara começava e dar pequenos gemidos. Eu por outro lado deitei-me por cima dela, as minhas mãos cobriram as suas e paralisamos por alguns instantes, ate eu recomeçar as esfregadas. O excitante cheiro do suor de Clara entrava forte em minhas narinas, não agüentei e comecei a beijar seu pescoço. Minha irmã intensificou seus gemidos. Nos dois estávamos em estados de transe total; nossos sussurros misturavam-se, nossos corpos se esfregavam espalhando suor e prazer, meu pau roçava cada vez mais forte no cuzinho que Clara já balançava pra mim. Meu lubrificante já lambuzara toda sua bunda, tornando os movimentos mais rápidos e deslizantes. Eu tinha melado toda a bunda de minha irmã. Eu não conseguia mais suportar. Com uma das mãos larguei a mão de Clara e posicionei meu cacete na entrada de seu cuzinho, Clara não falou nada, então empurrei devagar. A Cabeça entrou. -Seu filho da puta, não faz isso. – Pediu Clara Não dei ouvidos. Voltei a colocar minhas duas mãos por cima das dela e as apertei firmemente. Foi quando movimentei meus quadris e penetrei mais minha irmã. Ela saltou um forte e longo gemido pelo quarto. Aproveitei e comecei o vai e vem, devagar para que ela não sentisse muito dor. Aquele cuzinho me surpreendera, era mais gostoso do que havia imaginado; ele apertava todo o meu pau, era macio e carnudo, eu poderia morrer em cima dele que morreria feliz. -Para filhoooo…. da puta… Para Clau….Não faz ISS…… – Minha irmã gemia sem força alguma, ela nem sequer mostrava interesse em se libertar, gemia enquanto arrebitava cada vez mais sua bunda. As estocadas começaram a se intensificar, Clara já mexia os quadris e saltava pequenos gritos; seu cu apertava meu pau cada vez mais. Não conseguir controlar, com uma ultima e longa metida gozei no cuzinho de minha irmã. Seu buraquinho contraia à medida que o fui enchendo de porra. Clara saltou um longo suspiro, eu desabei. Ficamos em silencio, nossos corpos colados só me faziam sentir as gotas de suor que se espalhavam. Olhei para o rosto de minha irmã, que me empurrou. -Pronto, espero que tu esteja satisfeito. – disse Clara chorando e saindo do quarto. Fui atrás dela, mas só consegui um baita soco na cara. Ela se trancou no banheiro por mais ou menos 1 hora e meia, e quando saiu foi para o quarto de nossos pais e lá ficou ate que eles chegassem. Nos dias seguintes Clara não falava comigo e todas as vezes que eu tentava pedir desculpas era rechaçado. Continuávamos a dormir no mesmo quarto, mas sem nos comunicar, era horrível. Já estava muito arrependido de ter transado com ela, mas confesso que quando as lembranças vinham a tona o tesão voltava. Passara 1 mês que todo aconteceu. Clara estava no quarto, guardando suas roupas limpas, eu entrei e tranquei a porta. Esse era o momento de se desculpar. -O que tu esta fazendo? Vai me querer me estuprar? - vociferou minha irmã - Eu só tranquei pra ti não correr. Queria pedir desculpas, mas tu não me dava chance. Clara se aproximou de mim, abaixou a cabeça e disse que estava tudo bem, que tentaria esquecer. E ao sair do quarto ela parou enfrente a porta e perguntou: -Me responde uma coisa? -Sim – afirmei -Tu tinhas tanta vontade de comer assim? Que não conseguiu resistir a tua própria irmã. – Perguntou Clara, seriamente. Eu só baixei a cabeça e não respondi nada. Clara saiu do quarto. 2 dias depois, domingo, nossos pais haviam ido a uma churrascada de um amigo. Eu e Clara ficamos sós de novo. Minha irmã tinha passado a tarde trancada em meu quarto ouvindo musica, e eu no Playstation na sala de estar. Eram quase 5 da tarde e já estava me preparando para desligar o game, quando sou surpreendido por Clara; ela usava o mesmo baby doll da noite em que havíamos transado. Parou em frente à Tv e sorriu pra mim. -Ei tarado, olha. - ela virou de costas, levantou um pouco seu baby doll, e abriu sua bunda para mim. Fiquei sem palavras e larguei o Joystik. Minha irmã sorriu devassamente e subiu as escadas dizendo: -se tu quiser vem agora. E feliz da vida subi rumo a meu quarto, que guarda ate hoje esse tão profundo segredo.

Incesto - lésbicas

Este conto já foi publicado sob outro pseudônimo; ocorre que o verdadeiro titular do nome não gostou de vê-lo associado à temática deste site e solicitou, gentilmente, que fosse retirada toda e qualquer referência a sua pessoa, razão pela qual eu passarei a republicar todos os meus escritos, sob a alcunha de Walfredo Wladislau (WW).

Meu mundo desabou quando minha filha, aos 14 anos, contou que era lésbica, que já tinha se relacionado com meninas muitas vezes, e que estava completamente apaixonada pela sua namorada, uma mulher de 35 anos. Onde eu estava que não a tinha visto crescer, se tornar mulher, e definir sua sexualidade?

Óbvio que o meu primeiro sentimento foi de culpa: eu engravidara dela aos 16, não quis casar com o pai dela, que à época não passava de um menino, dedicara o que restou da minha juventude aos estudos e ao trabalho e, evidente, fizera muita festa, tivera muitos namorados, e nada me segurava quando estava com vontade de dar pra alguém.

Mesmo assim, achei que a tinha preservado dos altos e baixos da minha vida, e sonhava que o futuro de contos de fadas para Alicia, com príncipe encantado e tudo. Por mais liberada que eu me achasse, senti a força do preconceito dominando as minhas emoções. A última coisa que eu queria era uma sapatona em casa.

Refeita do susto, lembro que tentei ainda racionalizar, achando que fosse coisa de menina, modismo, imposição da mídia, a sensualidade excessiva a que estamos expostos, o caralho a quatro, sei lá! Quando perguntei a Alicia o que havia acontecido, como havia acontecido, com quem havia acontecido, percebi que as coisas eram bem sérias, e possivelmente definitivas:

- Lembra da Suzete, aquela que trabalhou aqui? – perguntou Alicia, referindo-se a uma empregada negra que eu havia contratado dois anos antes e trabalhara na nossa casa por quase um. Veio à minha mente a imagem de uma Grace Jones, corpo escultural, cabelo raspado, traços rígidos, pouquíssimas palavras, olhar sério e extrema eficiência.

- Pois eu fui dela todos os dias que ela trabalhou aqui. E contou que no primeiro dia, assim que eu saí de casa para trabalhar, Suzete já avançou sobre Alicia dizendo: - eu sei que tu gostas de mulher, sua putinha; eu vi como tu me olhou como quem quer ser comida. Os protestos de Alicia, que contou ter dito que só tinha 12 anos, que iria contar para sua mãe, não produziram qualquer efeito. Suzete foi incisiva: - Grande merda que tu tem só 12 anos, bem antes disso eu já tinha sido estuprada por um primo; com 12 eu já tava casada com a patroa da minha mãe. Tu tens tamanho suficiente pra ser minha mulher, e to vendo que tu és bem vadia pra querer dar pra mim.

Suzete ainda mandou Alicia se arrumar, se maquiar, pôr uma roupa sensual, que seria inaugurada em alto estilo. Alicia me contou, como que me desafiando, que sua buceta ficava molhada cada vez que Suzete xingava ela, e que depois de pronta, quando veio encontrar Suzete na sala, ficara completamente apaixonada já ao primeiro beijo.

Eu imaginei a minha filha, uma loirinha que ainda brincava de Barbie, sendo segura e bolinada pelas mãos severas daquela negra masculinizada, cuja língua, úmida e musculosa, penetrava sem pudor na boca da minha criança, apalpando seus dentes, misturando as salivas. Senti que eu era a pior mãe do mundo, que deixara meu bebê à mercê de uma pedófila desavergonhada, que se aproveitara da inocência de Alicia, da minha confiança e, é claro, da minha negligência.

Alicia continuou contando o que lhe acontecera a partir daquele primeiro dia. Contou que no início fora como que escravizada, e como uma Cinderela moderna era obrigada a fazer todas as tarefas domésticas, enquanto a empregada, sentada como uma rainha na poltrona da sala dava ordens e gritava ofensas. Custara um pouco a aprender a cuidar da casa, mas logo fazia suas atividades com rapidez e eficiência, pois a recompensa eram os beijos gulosos de Suzete, que em seguida lhe atirava ao chão e a possuía onde quer que estivesse.

- Ela te batia? – perguntei temerosa.

- Só duas vezes. A primeira, quando eu tentei tocar os seios e beijar o grelo dela. A gente tinha transado, eu tava exausta, satisfeita, e só queria retribuir o prazer que ela me dava. Ela me deu um tapa forte no rosto, disse para nunca mais tentar tocá-la. Depois eu beijei a mão que me bateu e ela disse que eu poderia beijar os pés dela sempre que eu quisesse, sem precisar que ela mandasse …

- E a segunda vez? – eu indaguei, apavorada e curiosa.

- A segunda vez foi quando ela descobriu que eu tava tendo uma história com uma colega de aula. Ela ouviu nossa conversa no telefone, disse que eu era tão puta quanto a minha mãe, me bateu com força, no rosto, no corpo, nos seios. Tu tava viajando, e ela aproveitou pra me bater forte, perguntando se eu sentia tesão enquanto apanhava. Como eu respondia que sim, ela continuava batendo, até que cansou, foi pro quarto dela. Bom, o resto tu já sabe…

- Sim – eu lembrei – quando eu voltei de viagem ela já tinha ido. Nunca entendi porque ela foi embora daquele jeito…

- Ela arrumou as coisas dela, veio no meu quarto dizer que tava indo embora, que tinha feito tudo por mim, mas que não suportava traição. Pediu desculpas por ter me batido, e eu respondi: me fode gostoso que eu te perdôo, achando que ela fosse ficar. Nós transamos a melhor foda da minha vida, ela me chupou por quase uma hora, sem parar. Ela deitou do meu lado, exausta, e eu aproveitei pra partir pra cima dela, e abusei daquele corpo, torcendo pra que ela me batesse de novo, mas ela me deixou tocá-la em todos os lugares que eu quis, e aquela negra foi minha pela primeira vez …

- Chega! – Interrompi. – Puta que pariu, Já sei, me poupa desses detalhes! Porque tu ficas me massacrando com isso, só pra me provar que eu fui uma mãe relapsa, que não sabia nada da vida da minha filha…

- Isso nós duas sempre soubemos, mas não te culpo por isso. Só queria deixar claro que não há nada que tu possas fazer pra mudar a minha opção. Eu adorei cada minuto que passei com a Suzete, e adoro as outras mulheres que eu tive. Eu seria lésbica de qualquer maneira, mas descobri isso da melhor forma possível…

- Mas… – balbuciei.

- Tu é minha mãe, eu te adoro, tu fez o melhor que tu pode, não me deve nada. Só não tenta mudar isso em mim, porque a gente vai brigar. Eu contei esses detalhes porque quero que tu me entendas e me aceite.

Foi o que fiz. Nos três anos que se seguiram à revelação, eu procurei entender a homossexualidade da minha filha, aprovei suas amizades, conheci suas amigas, recebi suas namoradas, que dormiam lá em casa sem cerimônia. Foi bom para nós duas, porque eu também pude abrir para ela meus casos com os mais diversos namorados, amantes e ficantes que eu tive nessa época. Já não sentia culpa por ser tão promíscua. No entanto, mesmo convivendo com as mulheres em volta da minha filha, mesmo tendo recebido algumas cantadas sutis, outras nem tanto, jamais me senti atraída por qualquer mulher. Eu gostava mesmo era de rola, de preferência bem grossa, bem dura, e com um homem bem cafajeste do outro lado, fosse ele jovem, fosse ele velho, fosse ele solteiro, mas preferia os casados.

Por mais puta que eu fosse, eu sempre fui competente demais no meu trabalho. Sou advogada, especializada em questões empresariais, e a mesma energia que eu exijo de quem me come eu aplico nos casos em que eu atuo. Detesto perder, e são raras as vezes que eu perco. Meus clientes sabem disso, e meus adversários também. Tanto que aos 34 anos de idade recebi uma proposta irrecusável, do maior escritório de advocacia do Brasil. Muita grana, muito prestígio, os melhores e maiores clientes, tudo maravilhoso (e merecido). Apenas um senão: tinha que me mudar de Porto Alegre para São Paulo.

- Puta que pariu! Que merda! – foi a bem ponderada reação de Alicia quando soube da proposta. – Porra, tu tens a tua vida, tua carreira, não vai te prender por mim.

- Eu já fiz merda demais contigo. Não vou te deixar sozinha em Porto Alegre. Só vou se tu puder ir junto, se tu não puder, ou não quiser, levo a minha vida aqui, que já é muito boa, e não se fala mais nisso.

Acabou que Alicia e eu nos mudamos para São Paulo. Ela tinha 17 anos, acabado o ensino médio, iria fazer vestibular pra Direito, estava mesmo sem namorada, e pensava que era uma boa idéia trocar de ares, até porque o meio que ela freqüentava era sempre o mesmo.

Somos mulheres práticas, compramos tudo novo, e em menos de uma semana estávamos instaladas, aliás, muito bem instaladas em um apto de três quartos na rua Haddock Lobo, a minutos de caminhada da avenida Paulista e pouca coisa mais distante da Oscar Freire. Era sábado à tarde, estávamos sentadas na sacada do novo apartamento, tomando uma cerveja gelada como prêmio ao trabalho que tivemos na mudança quando Alicia falou:

- Mãe, que queria te pedir um favor.

- Tudo o que tu quiseres, fala.

- To com uma puta tesão, faz quase duas semanas que a minha boneca não trabalha. Aqui perto tem um lugar chamado La Loca, que é uma boate GLS, tô a fim de ir lá ver se conheço alguém, mas não queria ir sozinha …

- Pô, filha. A mãe te respeita, mas essa não é a minha praia …

- Deixa prá lá, não vou te botar nessa roubada …

- Tu tens razão. Vamos sim. Sou grande, sei me defender de qualquer sapata que queira me assediar.

Antes fomos ao cabeleireiro, bem perto de casa. Alicia era lésbica convicta, mas completamente feminina. Somos da mesma altura, 1,70, ela mais magra, seios mais firmes que os meus, que são maiores. Ela tem 57 kg, eu 62. Ambas usamos cabelos compridos, os dela loiros, os meus pintados de castanho claro. Somos duas mulheres extremamente bonitas, sem modéstia.

Lindas, produzidas e provocantes, me sentia uma adolescente indo a uma festa com uma amiga. Nunca tinha requentado lugares GLS, e a curiosidade me apertava. Chegamos por volta da meia noite, e a La Loca estava bem cheia. A música em cada pista de dança bombava, e era possível ver os diversos públicos reunidos em grupos. Alicia me explicava cada um deles, os gays afeminados, os gays bombados, os bi-sexuais, aqueles que curtiam roupa de couro, as lésbicas femininas, as masculinas etc.

Compramos uma cerveja cada uma, e percebi que a nossa entrada tinha causado furor entre a mulherada. Alicia olhava pela pista ao longe, como se divisasse alguém na escuridão. Em seguida disse:

- Vou dar um role por ai, te cuida.

Eu fiquei admirando aquela paisagem humana, comprei outra cerveja, e outra. Dei uma volta, vi Alicia conversando animadamente com uma menina lindíssima, pouca coisa mais velha que ela, e resolvi sair de perto para não atrapalhar. Fiquei escorada numa coluna, dançando sozinha, quando uma menina veio falar comigo. Ela tinha um rosto lindo, um pouco mais baixa que eu, corpo roliço, e não fossem as mechas coloridas no cabelo curto, um ou outro piercing e as unhas pintadas de preto, era totalmente masculinizada.

Sem qualquer cerimônia, como um torcedor do Corinthians, ela falou com seu sotaque da periferia paulistana, que eu recém estava aprendendo a entender e admirar:

- To vendo que a coroa não é daqui nem é dessa turma… que que tu ta procurando?

- Me leva lá pra sala escura. – Eu disse, pensando que no inferno a gente abraça o diabo. Afinal de contas eu também tava com tesão, fazia semanas que ninguém me comia, e tinha gostado do jeito daquele bofinho.

- Gostei, tu é direta. Enquanto falava a menina apertava a minha bunda e, percebendo que eu deixava, colocava a mão por baixo da saia.

A sala escura é completamente escura, com o som a todo volume, e rola de tudo entre as pessoas. Achamos um lugar. Fiquei surpresa comigo mesma ao tomar a iniciativa de beijar a minha nova namorada, e o beijo foi muito bom, pena que a porra do piercing da língua dela atrapalhava. Quando eu reclamei, ela respondeu:

- Tu vai ver o que esse piercing vai fazer na tua buceta, coroa gostosa.

Adorei aquela resposta, mas adorei ainda mais aquelas mãos que circulavam por todo o meu corpo, aquela boca que beijava meus seios, aqueles dedos que iam dentro da minha xana. A sapata sabia o que estava fazendo, e fazia muito bem. De vez em quando ela colocava os dedos na minha boca e dizia: - sente o gosto da tua buceta, sua puta. Eu adorava, estava adorando.

Não sei quanto tempo se passou, quase uma hora, talvez, fui muito arretada e amassada, mas não gozei, e meu tesão tava a milhão. Voltamos para o salão principal, compramos mais cerveja, e ficamos dançando. Tinha esquecido de Alicia quando ela apareceu, indignada, e aos brados me repreendeu na frente de todos: - Quem é essa daí? Tu é um puta mesmo, que não consegue acalmar o fogo que tu tem no rabo. Vai te fuder. Não dá pra deixar tu sozinha que em cinco minutos tu já encontra alguém pra te comer, vadia.

Eu sempre fui acostumada a situações de alta tensão, e sei agir com calma em situações limite. Disse: - dá o teu cartão de consumação e vamos pra casa. Despedi-me da minha namoradinha, cujo nome nem sequer perguntei, e fui em direção aos caixas.

- Pra que essa merda, porra? Achei q tu ias ficar contente em saber que tua mãe curte mulher também …

- Foi ciúmes – confessou - é tão difícil de perceber? Eu que queria estar no lugar dela, eu que queria ser tua primeira mulher. E continuou desabafando:

- Há anos que eu te desejo, que eu me masturbo pensando em ti, que eu transo pensando em ti, que eu só gozo quando tu entra na minha fantasia. Que tu quer que eu faça pra tu me notar? Quer que eu fique como aquela machorrinha que tava contigo? Se tu gosta de masculina, então me diz que …

- Pára com isso! Tu é linda, tem um corpo maravilhoso, mas é minha filha …

- Filha o caralho, me beija, porra.

- Foda-se – pensei. E agarrei aquela mulher maravilhosa, que por coincidência era milha filha, e beijei, ali, no caixa, na frente de todos, como nunca tinha beijado ninguém. Naquele instante passei a sentir o que nunca havia sentido por outra pessoa, aquela mistura mágica de amor, paixão e libido.

- Ela chegou a te beijar? Ela te comeu? – perguntava Alícia, aflita.

- Não, tu é a minha primeira! – menti.

Fomos para casa no maior amasso, enlouquecendo o pobre do motorista que não tirava os olhos do retrovisor, apreciando aquela cena de duas mulheres se amando. Entramos no prédio aos beijos, assumindo a minha nova sexualidade para o Porteiro e, em conseqüência, para todo o prédio.

Fomos direto para o meu quarto, agora nosso quarto, e pela primeira vez na minha vida eu fiz amor, não apenas transei.

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